O incentivo ao comércio local é um pilar fundamental da economia solidária. Os momentos de crises econômicas e ambientais exigem que nós repensemos nossas atitudes, sejam elas a mais simples possível. Nesta atividade, os alunos do 2° ano do Ensino Médio desenvolveram um texto colaborativo com propostas de economia solidária para Ubatuba enfrentar de maneira sólida este momento socioambiental e socioeconômico tão difícil que vivemos. 
Confira a produção dos alunos:
Diogo Lupianhe de Carvalho
A proposta de uma economia solidária vem da ação de governos e da população, com o incentivo do mercado local e pequenas indústrias, existem várias maneiras de fazer esse incentivo, desde fazer compras com comerciantes locais, até ações maiores que só são possíveis por ação de grandes empresas ou ajuda governamental, fazendo investimentos de baixa ou larga escala. Quando conseguimos alcançar essa meta temos o fortalecimento do mercado local, diminuindo a desigualdade das grandes empresas, por meio da criação de outras empresas, que antes eram de pouca importância começam a ganhar terreno apresentando uma potência que com o passar do tempo pode tomar grande proporção. Temos como exemplo fazendeiros de pequenas propriedades, indústrias de tecnologia nacionais e muitos outros exemplos. Porém, é uma ação que não depende só de grandes fundos monetários, pois se tivermos uma ação da sociedade como conjunto conseguimos fazer esse incentivo.

Eloa Bomfim da Silva Nunes
Minha proposta de economia solidária em meio a essa pandemia é encontrar um local público, coberto, onde colocaríamos uma “mesa de doações”, as pessoas poderiam deixar roupas, alimentos, qualquer coisa que possa ajudar o próximo de alguma forma, e quem realmente precisasse poderia pegar. É semelhante aquelas geladeiras, que ficam espalhadas por diversos locais nas cidades com livros, revistas e jornais, sem nenhuma supervisão. Essa iniciativa viria da comunidade e para ajudar nessa proposta incentivaríamos as pessoas a, tanto contribuir, quanto a pegar algo caso necessite.

Manuela Sanchez Vaz de Arruda
Minha proposta de economia solidária seria um grupo de caronas. O objetivo é ajudar pessoas que precisam ir para o mesmo lugar que você.

Giovanna de Oliveira Silva
Minha proposta de economia solidária seria apoiar pequenos comerciantes locais, como novas lojinhas de roupa, brechós, e doar roupas que já não se usam mais para que tenha uma boa variedade de opções com que faça que mais pessoas se interessem na loja em questão. Uma vez ou outra, deixar de buscar grandes marcas em grandes lojas e investir em quem está começando com alguma coisa nova. Pesquisar em redes sociais conhecidos que, para se manter bem em meio a pandemia, por exemplo, tiveram ideia de apostar em novas possibilidades de vendas, apoiar essas pessoas e compartilhar o trabalho delas.

Lara Cortez
Minha proposta de economia solidária é uma feira de artesanato, essa ação vem dos artesãos locais, do governo para investir no local e da população. A ideia disso é que as pessoas quando virem para Ubatuba conheça algo realmente local de Ubatuba e com isso também gera uma renda para os trabalhadores locais.

Larissa Felix Sardinha Costa
Minha proposta solidária é, ajudar o próximo, em relação a doações de alimentos para os necessitados em meio a essa pandemia, na qual pessoas estão perdendo seus empregos, e muitas vezes não tem uma fonte de renda onde possam obter um dinheiro para realizar a compra de seus alimentos, com isso acabam passando necessidade… E para que isso não aconteça, realizaria essa doação de alimentos onde as pessoas que ainda tenham uma fonte de renda acessível tenham algum tipo de alimento para doar, sempre ajudando o próximo.

Júlia Gomes Teixeira
A iniciativa deve partir dos habitantes locais, os mesmos devem ter uma visão voltada para pequenos comércios, além de uma iniciativa para realizar a reivindicação do apoio governamental para fornecer verbas para pequenos comerciantes que iniciam as suas produções.